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sexta-feira, 24 de agosto de 2012

História dos Índios


Em 1500, quando os portugueses chegaram ao Brasil, estima-se que havia por aqui cerca de 6 milhões de índios.
Passados os tempos de matança, escravismo e catequização forçada. Nos anos 50, segundo o antropólogo Darcy Ribeiro, a população indígena brasileira estava entre 68.000 e 100.000 habitantes. Atualmente há cerca de 280.000 índios no Brasil. Contando os que vivem em centros urbanos, ultrapassam os 300.000. No total, quase 12% do território nacional, pertence aos índios.
Quando os portugueses chegaram ao Brasil, havia em torno de 1.300 línguas indígenas. Atualmente existem apenas 170. O pior é que cerca de 35% dos 210 povos com culturas diferentes têm menos de 200 pessoas.

Será o fim dos índios?
Apesar do "Dia do Índio", que é comemorado no dia 19 de Abril, não tem nada para se comemorar. Algumas tribos indígenas foram quase executadas por inteiro na década de 70 em diante, enquanto estavam fora de seu habitat, quase chegaram a extinção, foram ameaçados por epidemias, diarréia e estradas. Mas hoje, o que parecia impossível está acontecendo: o número de índios no Brasil e na Amazônia está aumentando cada vez mais. A taxa de crescimento da população indígena é de 3,5% ao ano, superando a média nacional, que é de 1,3%. Em melhores condições de vida, alguns índios recuperaram a sua auto-estima, reintroduziram os antigos rituais e aprenderam novas técnicas, como pescar com anzol. Muitos já voltaram para a mata fechada, com uma grande quantidade de crianças indígenas.
"O fenômeno é semelhante ao baby boom do pós-guerra, em que as populações, depois da matança geral, tendem a recuperar as perdas reproduzindo-se mais rapidamente", diz a antropóloga Marta Azevedo, responsável por uma pesquisa feita pelo Núcleo de Estudos em População da Universidade de Campinas.
Com terras garantidas e população crescente, pode parecer que a situação dos índios se encontra agora sob controle. Mas não! O maior desafio da atualidade é manter viva sua riqueza cultural.

Organização e sobrevivência do grupo
Os índios brasileiros sobrevivem utilizando os recursos naturais oferecidos pelo meio ambiente com a ajuda de processos rudimentares. Eles caçam, plantam, pescam, coletam e produzem os instrumentos necessários a estas atividades. A terra pertence a todos os membros do grupo e cada um tira dela seu próprio sustento.
Existe uma divisão de tarefa por idade e por sexo: em geral cabe a mulher o cuidado com a casa, das crianças e das roças; o homem é responsável pela defesa, pela caça (que pode ser individual ou coletiva), e pela colheita de alimentos na floresta.
Os mais velhos - homens e mulheres - adquirem grande respeito da parte de todos. A experiência conseguida pelos anos de vida transforma-os em símbolos de tradições da tribo.
O pajé é uma espécie de curandeiro e conselheiro espiritual.

Garimpeiros invadem as terras indígenas
Entre os povos ameaçados estão os Ianomâmis, que foram os últimos a ter contato com a civilização. Sua população atual chega a pouco mais de 8.000 pessoas. O encontro com garimpeiros, que invadem suas terras, trazem doenças, violência e alcoolismo. Entre os índios, os garimpeiros são conhecidos por outro nome: os "comedores de terras". Calcula-se que 300.000 garimpeiros entraram ilegalmente em terras indígenas na Amazônia. Mas o problema não é insolúvel. Na aldeia Nazaré, onde moram 78 Ianomâmis, foram expulsos pela Polícia Federal.
Permanece a questão de como ficará o índio num mundo globalizado, mas pelo menos já se sabe o que é preciso preservar.

O chefe da tribo
Os índios vivem em aldeias e, muitas vezes, são comandados por chefes, que são chamados de cacique, tuxánas ou morubixabas. A transmissão da chefia pode ser hereditária (de pai para filho) ou não. Os chefes devem conduzir a aldeia nas mudanças, na guerra, devem manter a tradição, determinar as atividades diárias e responsabilizar-se pelo contato com outras aldeias ou com os civilizados. Muitas vezes ele é assessorado por um conselho de homens que o auxiliam em suas decisões.

Alimento - pesca
Além de um conhecimento profundo da vida e dos hábitos dos animais, os índios possuem técnicas que variam de povo para povo. Na pesca, é comum o uso de substâncias vegetais (tingui e timbó, entre outras) que intoxicam e atordoam os peixes, tornando-os presas mais fáceis. Há também armadilhas para pesca, como o pari dos teneteharas - um cesto fundo com uma abertura pela qual o peixe entra atrás da isca, mas não consegue sair. A maioria dos índios no Brasil pratica agricultura.
Algumas tribos indígenas da Amazônia:

·                     Arara
·                     Bororo
·                     Gavião
·                     Katukina
·                     Kayapó
·                     Kulína
·                     Marubo
·                     Sateré - Mawé
·                     Tenharim
·                     Tikuna
·                     Tukâno
·                     Wai-Wai
·                     Yanomami


Cultura indígena
O esforço das autoridades para manter a diversidade cultural entre os índios pode evitar o desaparecimento de muita coisa interessante. Um quarto de todas as drogas prescritas pela medicina ocidental vem das plantas das florestas, e três quartos foram colhidos a partir de informações de povos indígenas.
Na área da educação, a língua tucana, apesar do pequeno número de palavras, é comparada por lingüistas como a língua grega, por sua riqueza estrutural - possui, por exemplo, doze formas diferentes de conjugar o verbo no passado.

Ritos e mitos
No Brasil, muitas tribos praticam ritos de passagem, que marcam a passagem de um grupo ou indivíduo de uma situação para outra. Estes ritos se ligam a gestação e ao nascimento, à iniciação na vida adulta, ao casamento, à morte e a outras situações.
Poucos povos acreditam na existência de um ser superior (supremo), a maior parte acredita em heróis místicos, muitas vezes em dois gêmeos, responsáveis pela criação de animais, plantas e costumes


Arte
A arte se mistura a vida cotidiana. A pintura corporal, por exemplo, é um meio de distinguir os grupos em que uma sociedade indígena se divide, como pode ser utilizada como enfeite. A tinta vermelha é extraída do urucum e a azul, quase negro, do jenipapo. Para a cor branca, os índios utilizam o calcário. Os trabalhos feitos com penas e plumas de pássaros constituem a arte plumária indígena.
Alguns índios realizam trabalhos em madeira. A pintura e o desenho indígena estão sempre ligados à cerâmica e à cestaria. Os cestos são comuns em todas as tribos, variando a forma e o tipo de palha de que são feitos. Geralmente, os índios associam a música instrumental ao canto e à dança.

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

A importância da água


Pode parecer uma bobagem falar sobre a importância da água. Até seria se nós fossemos conscientes e déssemos a real importância que ela tem para a nossa vida neste planeta.

É só parar para pensar: nosso corpo físico é composto em 70% de água, nosso planeta também é formado em 2/3 por esse precioso líquido... Eu poderia fazer uma lista gigantesca sobre o quanto a água merece a devida atenção.
Muitos estudos apontam para a falta eminente do líquido e em consequência disso uma situação caótica ira se desencadear. Muitos países já sofrem com esse tipo de situação, tendo que pagar caro para poder consumir e desfrutar da vital importância da bebida.
Olha para o lado e veja o quanto somos irresponsáveis. Todos nós gastamos exageradamente, seja com a nossa higiene, seja lavando calçadas e carros com mangueira (muita gente faz isso), com encanamentos quebrados e por aí vai.
Nem toquei no assunto poluição. Diariamente toneladas e mais toneladas de lixo, sujeira, excrementos e tudo o que há de mais nocivo para a água vai parar nas nascentes e leitos de rios e mares.
Um dado que sempre me deixa preocupado é saber que apenas 0,008% da água do nosso planeta é potável. Em muitos casos é exatamente a água que bebemos que estamos poluindo (São Paulo é um péssimo exemplo disso).
Já passou da hora de agir, mas nunca é tarde para começar a se conscientizar e colocar a mão na massa para reduzirmos o risco de perder esse bem tão valioso para a nossa sobrevivência.

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

4 animais extintos


A Revista Super – edição 292 – apresentou um infográfico chamado “A arca de noé dos animais extintos” com alguns animais que deixaram de existir em nosso planeta. Vejam os cinco que selecionamos:

1- MOA
Nome científico: Dinornis maximus
Onde vivia: Nova Zelândia
Quando foi extinto: Século 15

Características: ave sem asas que chegava a 3,7 metros de altura e pesava 250 quilos. Uma imensidão de carne, cobiçada pelo povo amori, que chegou à região por volta de 1300, vindo da Polinésia. Comeram todas as Moas em 100 anos.


2- TILACINO
Nome científico: Thylacinus cynocephalus
Onde vivia: Tasmânia
Quando foi extinto: 1933

Características: maior marsupial carnívoro do mundo (h0je é o demônio da Tasmânia). Ganhou fama de ladrão de galinhas. O governo, então, passou a oferecer 1 libra por cabeça do animal.


3- DODO
Nome científico: Raphus cucullatus
Onde vivia: Ilhas Maurício, na África
Quando foi extinto: Século 17

Características: com 1 metro de altura e 20 quilos, não tinha medo dos seres humanos o que tornou presa fácil para qualquer pessoa caçá-lo. Os portugueses do século 16 chamavam de “doudo” que significa doido.


4- QUAGGA
Nome científico: Equus burchelli quagga
Onde vivia: África do Sul
Quando foi extinto: 1883
 
Características: Subespécie da Zebra, mas só era zebrada pela metade. Foi caçada por causa de sua pele. A última Quagga morreu no Zoológico de Amsterdã. Desde 1987 cientistas tenta recriar o bicho cruzando Zebras.

sábado, 4 de agosto de 2012

20 Dicas para preservar o meio ambiente


Olá pessoal, gostaria de dar algumas dicas que podemos adotar no nosso dia-a-dia e que faria uma grande diferença para a preservação do meio ambiente, ajudando a conservar o nosso planeta.

Dicas de preservação:
1. Não corte, nem pode árvores sem autorização. Poda drástica é PROIBIDA!!
2. Preserve a vegetação nativa. Não desmate! Não coloque fogo!
3. Não altere cursos d’água ou banhados, eles são protegidos por lei. Poços artesianos somente com autorização.
4. Não crie peixes sem licença. Nunca solte peixes nos rios, mesmo quando estiver bem intencionado.
5. Respeite os períodos de proibição da pesca.
6. Não compre, nem tenha animais silvestre em casa.
7. Não maltrate animais silvestres ou domésticos.
8. Separe o lixo em casa e no trabalho, e coloque na rua no dia da coleta seletiva em seu bairro.
9. Não jogue lixo no chão. Carregue-o até a lixeira mais próxima. Ensine às crianças dando exemplo.
10. Recicle ou reaprove tudo o que puder.
11. Reduza o consumo, especialmente do que não puder ser reaproveitando ou reciclado.
12. Mantenha seu veículo regulado e ande mais a pé.
13. Não contribua com a poluição sonora e/ou visual.
14. Use menos veneno em sua lavoura ou horta.
15. Não jogue óleos lubrificantes na sua rede de esgoto.
16. Não desperdice água. esse é um dos recusros mais importantes e frágeis do planeta: feche torneiras, conserte vazamentos, não use mangueiras para para lavar calçadas, aproveite água de chuva.
17. Não desperdice energia elétrica: desligue aparelhos, verifique sobrecargas, apague as luzes.
18. Ensine às crianças amor e respeito pela natureza.
19. Cuide da higiene e da sua saúde!
20. Evite jogar materiais não degradáveis (plásticos ou outros) no ambiente.

Vamos fazer a nossa parte!!!!