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quinta-feira, 9 de agosto de 2012

4 animais extintos


A Revista Super – edição 292 – apresentou um infográfico chamado “A arca de noé dos animais extintos” com alguns animais que deixaram de existir em nosso planeta. Vejam os cinco que selecionamos:

1- MOA
Nome científico: Dinornis maximus
Onde vivia: Nova Zelândia
Quando foi extinto: Século 15

Características: ave sem asas que chegava a 3,7 metros de altura e pesava 250 quilos. Uma imensidão de carne, cobiçada pelo povo amori, que chegou à região por volta de 1300, vindo da Polinésia. Comeram todas as Moas em 100 anos.


2- TILACINO
Nome científico: Thylacinus cynocephalus
Onde vivia: Tasmânia
Quando foi extinto: 1933

Características: maior marsupial carnívoro do mundo (h0je é o demônio da Tasmânia). Ganhou fama de ladrão de galinhas. O governo, então, passou a oferecer 1 libra por cabeça do animal.


3- DODO
Nome científico: Raphus cucullatus
Onde vivia: Ilhas Maurício, na África
Quando foi extinto: Século 17

Características: com 1 metro de altura e 20 quilos, não tinha medo dos seres humanos o que tornou presa fácil para qualquer pessoa caçá-lo. Os portugueses do século 16 chamavam de “doudo” que significa doido.


4- QUAGGA
Nome científico: Equus burchelli quagga
Onde vivia: África do Sul
Quando foi extinto: 1883
 
Características: Subespécie da Zebra, mas só era zebrada pela metade. Foi caçada por causa de sua pele. A última Quagga morreu no Zoológico de Amsterdã. Desde 1987 cientistas tenta recriar o bicho cruzando Zebras.

terça-feira, 7 de agosto de 2012

Onça Pintada: o símbolo da Amazônia


Os índios do Brasil guardam a gordura da onça abatida e a comem com a ponta de uma flecha.
Eles acreditam que ela lhes dá uma grande coragem, como se fosse a porção de um feiticeiro. Essa gordura também é esfregada no corpo dos meninos, para torná-los fortes e protegê-los contra o mal.
Habita florestas úmidas às margens de rios e ambientes campestres desde a Amazônia e Pantanal até os Pampas Gaúchos. 
A onça pintada ou jaguar possui hábitos noturnos e é solitária. Excelente caçadora e nadadora, costuma abater capivaras, veados, catetos, pacas e até peixes. Pode também caçar macacos e aves. Para atacar sua vítima, é muito cautelosa, desloca-se contra o vento e aproximando-se silenciosamente surpreende a presa saltando sobre seu dorso. Daí surgiu o nome jaguar ou jaguara que significa no dialeto Tupi-guarani a expressão "o que mata com um salto".

Sendo o maior mamífero carnívoro do Brasil, necessita de pelo menos 2 Kg de alimento por dia, o que determina a ocupação de um território de 25 a 80 Km2 por indivíduo a fim de possibilitar capturar uma grande variedade de presas. A onça seleciona naturalmente as presas mais fáceis de serem abatidas, em geral indivíduos inexperientes, doentes ou mais velhos, o que pode resultar como benefício para a própria população de presas. Na época reprodutiva, as onças perdem um pouco os seus hábitos individualistas e o casal demonstra certo apego, chegando inclusive a haver cooperação na caça. Normalmente, o macho separa-se da fêmea antes dos filhotes nascerem. Em geral, após cem dias de gestação nascem, no interior de uma toca, dois filhotes - inicialmente com os olhos fechados. Ao final de duas semanas abrem os olhos e só depois de dois meses saem da toca. Quando atingem de 1,5 a 2 anos, separam-se da reprodutora, tornando-se sexualmente maduros.

Apesar de tão temida, foge da presença humana e mesmo nas histórias mais antigas, são raros os casos de ataque ao homem. Como necessita de um amplo território para sobreviver, pode "invadir" fazendas em busca de animais domésticos, despertando, assim, a ira dos fazendeiros que a matam sem piedade. Por esse motivo, e sobretudo pela rápida redução de seu habitat, esse felídeo, naturalmente raro, ainda encontra-se a beira da extinção em nosso país.

domingo, 29 de julho de 2012

Queimadas colocam em risco vida de animais silvestres brasileiros


As queimadas que se espalham pelo País afetam diretamente a vida dos animais silvestres. Elas geram a extinção de espécies ou sua drástica redução, além da adaptação forçada a um novo habitat.
O biólogo Léo Gondi, analista ambiental do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), alerta que os efeitos das queimadas também pesam sobre os recursos hídricos e a vegetação como um todo. Nos últimos dias, especialistas da Floresta Nacional de Brasília (Flona) e agentes da Polícia Ambiental resgataram várias espécies, de pássaros raros a tatus e tamanduás. O biólogo Léo Gondi afirmou que os impactos a médio e longo prazo são assustadores. "Há um impacto terrível. (Antes das queimadas) os animais tinham um território, agora eles se veem obrigados a buscar outro local que está ocupado por animais, na maioria das vezes predadores", disse o biólogo. "É um problema gravíssimo, pois os animais que mudam de habitat são expulsos do seu ambiente natural e enfrentam a escassez de comida".



Apenas nos últimos dias, o ICMBio contabilizou 56 animais silvestres que tentavam escapar das queimadas na região da Flona. Foram recolhidos lobos-guará, tamanduás-bandeira, veados campestres e papagaios. Também foram acolhidos, machucados, um veado e um tamanduá-bandeira. Três cobras foram encontradas mortas.

Segundo Gondi, o animal silvestre, quando tem seu território destruído, sai em busca de outro local para viver. Quando o encontra e o local está sob domínio de espécies distintas ou até mesmo de animais da sua espécie, surge uma disputa por espaço. De acordo com ele, os animais passam a se enfrentar e sobrevive o mais forte. "A média de uma queimada a cada dois anos é ruim para manter a sobrevivência das espécies", advertiu.

Vítima de queimada no interior de SP, tamanduá-mirim pode ficar cego.

sexta-feira, 27 de julho de 2012

Para reflexão...7


Os animais selvagens desempenham um papel muito importante na cadeia alimentar e no ecossistema do planeta, eles vivem em harmonia no seu habitat natural.
E por tamanha importância ao planeta e ao ecossistema é que as áreas de vida dos animais selvagens precisam ser preservadas para que eles não desapareçam e consigam conviver sem mudanças em sua cadeia alimentar.


Quanta covardia...